Eu fui.
Com eventos quase simultâneos em Lisboa e Madrid em 2010, o Rock in Rio explorou a dinâmica das tintas em sua identidade visual. Para a comunicação institucional, criamos em 3D um balé de líquidos que interage com os apresentadores para assinar a marca.
Já as inteiramente gráficas vinhetas “Countdown” apresentaram outro padrão de comportamento, onde a tinta faz a passagem da música e seus intrumentos para a contagem regressiva para o Festival.










Vestindo a camisa
Dedos cruzados.
O hino nacional é sempre uma imagem muito marcante em Copas do Mundo, seja pelo sentimento que nos transmite de patriotismo, seja pela sua pura beleza (sim, harmonica e melodicamente falando, nós temos um dos hinos mais bonitos do planeta), seja pela tensão e energia pré-jogo que nos proporciona, ou simplesmente pela lembrança da imagem (às vezes, hilária) de seu total desconhecimento por parte de alguns jogadores.
Assim, transformá-lo numa peça tipográfica, não só resultaria numa obra atemporal - não importa a Copa, o técnico, ou a seleção: nosso hino sempre será cantado antes dos jogos – como traria teor didático, sob uma ótica menos moderada.
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