Cinema Para Todos.
Dando continuidade a parceria de 6 anos, nós mais uma vez cuidamos de toda identidade visual de um dos maiores festivais internacionais de curtas do Brasil, o Curta Cinema.
O Rio é a maior diversão.
O tradicional espaço do Sebrae no Fashion Rio procura, a cada edição, uma nova maneira de apresentar as riquezas e oportunidades existentes no estado do Rio de Janeiro.
Assim, projetamos um espaço múltiplo, apto a receber diversas manifestações econômicas e culturais. Harmonizando-se com todas elas e destacando, ao mesmo tempo, através da cenografia qualidades intrínsecas a elas.
Tudo isso tendo a linguagem cinematográfica como base conceitual, desdobrando-se em letreiros, no telão e nas cabines.
Cinema Para Todos.
A Edição 2008 do Festival Curta Cinema trouxe como grande novidade a popularização do acesso com a entrada franca para as sessões. Vem daí a inspiração para a arte popular, a sinalização manual que espontaneamente chega a todos os cantos.
A Cidade Fantástica
Instigados pelo conceito urbanístico de Sérgio Bernardes, descontruímos o Rio de Janeiro e criamos uma cidade fantástica, que é futurista, caótica, poética e urbana, que está dentro de nós o tempo todo. Hoje em dia ser paulista, carioca, inglês ou russo é apenas o ponto de partida.
Esse projeto envolve uma grande gama de peças que criamos para a grife, que vão desde a direção de arte do desfile da São Paulo Fashion Week, à peças como sacolas, bolsas, fachadas das lojas e catálogo da coleção.
Para atingir um resultado orgânico e ao mesmo tempo lúdico, usamos algumas das estampas produzidas pela marca, inserindo-as em situações inusitadas, no intuito de darmos forma a essa cidade.
Oi, futuro.
Descolagem é um evento organizado pelo jornalista Beto Largman (O Globo / Multishow) que acontece periodicamente desde 2008 no espaço Nave / Oi Futuro, reunindo iconoclastas do porte de Mark Warshaw (roteirista de Smallville e Heroes).
A marca foi resultante do projeto de ambientação em sua essência, carro-chefe do evento, que se traduz na alusão tipográfica a um universo onde somos diariamente bombardeados por siglas, que nos conduzem a um passeio pela evolução tecnológica das últimas décadas – Mb, Gb, ISP, PSP, MP3, ASP, etc.
Parte delas é incompreensível para maioria das pessoas, mas familiares ao público alvo: geeks e formadores de opinião, na média entre 20 e 45 anos, amantes de tecnologia e das mais diversas áreas de atuação – jornalistas, designers, músicos, cineastas, etc.
Na edição de 2009, uma grande exposição do artista inglês E-Boy, que aconteceu paralelamente durante todo o período do evento, foi uma de suas maiores atracões. No intuito de criar um elo de ligação visual com essa exposição, nos foi solicitado que pensássemos no projeto gráfico e de marca como uma extensão da própria, de forma que interior (local das palestras) e exterior (local da mostra) do espaço se convergissem numa só direção.
A marca tem também um caráter maleável. Em boa parte das aplicações ela se funde ao projeto de ambientação, mas também nos foi solicitado uma versão institucional, para aplicações isoladas e principalmente, para os casos onde a leitura é mais comprometida.
Cinema Para Todos.
Dando continuidade a parceria de 6 anos, nós mais uma vez cuidamos de toda identidade visual de um dos maiores festivais internacionais de curtas do Brasil, o Curta Cinema.
Vai começar a diversão.
Memorável festa mensal carioca que trazia atrações nacionais e internacionais da música eletrônica.
Criamos todo sistema de identidade visual do evento – da marca (incluindo a tipografia) a inúmeras peças promocionais para cada edição, como flyers e faixas de avião, além dos comerciais para TV, veiculados no canal Multishow.
Vestindo a camisa
Dedos cruzados.
O hino nacional é sempre uma imagem muito marcante em Copas do Mundo, seja pelo sentimento que nos transmite de patriotismo, seja pela sua pura beleza (sim, harmonica e melodicamente falando, nós temos um dos hinos mais bonitos do planeta), seja pela tensão e energia pré-jogo que nos proporciona, ou simplesmente pela lembrança da imagem (às vezes, hilária) de seu total desconhecimento por parte de alguns jogadores.
Assim, transformá-lo numa peça tipográfica, não só resultaria numa obra atemporal - não importa a Copa, o técnico, ou a seleção: nosso hino sempre será cantado antes dos jogos – como traria teor didático, sob uma ótica menos moderada.
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